Do amor…

O ano começou e meus pseudos projetos de realizações absurdamente fodásticos se esvaíram com a mesma rapidez com que surgiram.

Comecei o ano acreditando que tudo seria mais fácil e leve. Nem um, nem outro. Tudo continua difícil, pesado e punk. Eu continuo confusa, continuo pirando, continuo bebendo excessivamente, continuo estranhamente apaixonada por quem não posso ( e me é dificil lidar com seus braços que me abraçam tão apertado, com a sua mão que aperta e ata a minha por quase toda a noite e depois some e se vai como se não fosse nada )…

Na vitrola toca uma canção. Miss Winehouse. Choro e percebo que sou sempre eu aqui, insone, vazia, sincera. Quero parar de me doer, Amy.

Ou não.

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Sobre A Pele Que Habito

Desconfio que é a maneira com que eu me olho que me dá essa dor. É inevitável enfrentar o espelho. Aí eu tenho um olhar específico pra me enxergar. Acho que todo mundo tem. O meu é fixo, intenso, levemente estrábico... Ver todos os artigos de A Pele Que Habito

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