Sad songs

Por alguns momentos acreditei que 2011 começaria leve, diferente do que foi o tumultuado, caótico e esquisito fim de 2010. Mas não existe mágica. Só ilusão. E toda essa leveza durou 2 minutos. O nó na garganta continua aqui. Meus planos de ficar mais serena foram engolidos on the rocks com uma dose de Chivas. Não tenho como fugir do que sou. Sou alguém que dói. E estou doendo de saudade de quem tenho que fugir e me afastar pra não me doer ainda mais e mais e mais e mais.

Na vitrola tocam algumas sad songs. O dia tá quase amanhecendo e eu tô high, mas querendo apagar, anestesiar, dormir e sonhar. Amanhã já chegou e eu preciso sair do ontem.

Amy tá no Brasil e já já tô vendo e ouvindo a diva de perto. E de repente, brota um sorriso na minha cara triste.

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Sobre A Pele Que Habito

Desconfio que é a maneira com que eu me olho que me dá essa dor. É inevitável enfrentar o espelho. Aí eu tenho um olhar específico pra me enxergar. Acho que todo mundo tem. O meu é fixo, intenso, levemente estrábico... Ver todos os artigos de A Pele Que Habito

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