Num fim de tarde qualquer

Chego cedo no Pedrão. Cerveja não é meu forte, mas também não recuso. Se é pra celebrar entre amigos, vale mais! Já já temos show do Vini, um menino encantador e talentoso. Sentado ao meu lado, ele conta um pouco de seus planos e sonhos. Sorrio. Penso nos meus e nesse instante exato, meu celular vibra uma nova mensagem. Sua. Sorrio de novo. Uma alegria a mais pra completar o dia. Não respondo porque ainda ontem batemos o martelo de que nos deixaríamos ir. E eu vou. Se te encontrar de novo numa esquina qualquer, bom. Muito bom. Se não, foi bom. Foi muito bom. Carrego todos os seus beijos no bolso do meu jeans.

Na vitrola – Voz rouca + riso bom.

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Sobre A Pele Que Habito

Desconfio que é a maneira com que eu me olho que me dá essa dor. É inevitável enfrentar o espelho. Aí eu tenho um olhar específico pra me enxergar. Acho que todo mundo tem. O meu é fixo, intenso, levemente estrábico... Ver todos os artigos de A Pele Que Habito

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